Um novo portal escalável, multiterritorial e com autonomia operacional — pronto para sustentar o crescimento do programa pelos próximos anos.
Uma plataforma totalmente refeita do zero, projetada para sustentar a expansão do programa para múltiplos territórios sem retrabalho técnico — e desenhada para que a equipe da Planetapontocom opere com autonomia.
Plataforma reconstruída sobre uma base moderna, estável e preparada para crescer junto com o programa.
Cada cidade vive como um território próprio dentro do portal, com identidade, parceiros e atividades específicas.
Cinco perfis de usuário mapeados — cada um com sua jornada, suas permissões e sua visão da plataforma.
A equipe da Planetapontocom administra territórios, escolas, usuários e conteúdos sem depender da equipe técnica.
Painel com indicadores de engajamento, produção e uso por território, escola, usuário e tipo de recurso.
Acervo organizado em Categorias, Coleções e Subcoleções, com filtros, busca e regras de visibilidade.
O ponto de partida era um site bem-sucedido, mas que havia crescido organicamente. A nova plataforma reaproveita o que funcionava e expande tudo o que o programa precisará para escalar.
Durante o desenvolvimento, foi decidido em conjunto com a Planetapontocom adotar a palavra "Território" no lugar de "Município" ao longo da plataforma — termo que reflete melhor a realidade do programa, que abrange regiões com características próprias e nem sempre coincidentes com fronteiras municipais. Como essa mudança afeta muitos pontos da interface e do código, ela foi priorizada para depois da conclusão do escopo principal. Portanto, ao explorar a plataforma neste momento, é possível encontrar os dois termos em uso de forma transitória.
A plataforma foi projetada desde o primeiro dia para receber novos territórios sem reconstrução. Cada município (ou território) entra como um item de configuração — não como uma nova versão do site. O programa pode crescer de 2 para 50 territórios usando a mesma plataforma.
A equipe da Planetapontocom administra a plataforma sozinha — cadastra territórios, escolas, usuários, conteúdos e parceiros sem precisar acionar a equipe técnica. O custo de manutenção fica previsível e a operação fica nas mãos de quem entende do programa.
Cinco perfis de usuário foram mapeados em conjunto com a Planetapontocom — cada um com necessidades, permissões e jornadas próprias. O que um administrador vê é diferente do que vê um gestor regional, um gestor escolar ou um professor. A plataforma se adapta ao perfil que está logado.
O Observatório de Impacto consolida indicadores de engajamento, produção e uso — por território, por escola, por usuário, por tipo de recurso. Gestores, parceiros e patrocinadores acompanham o efeito do programa em números reais, atualizados em tempo real.
Durante o desenho da plataforma, identificamos cinco tipos de usuários envolvidos no programa. Cada um tem sua função, seu nível de acesso e sua forma natural de navegar pela plataforma.
Visão completa da plataforma. Cadastra territórios, escolas, usuários, parceiros e conteúdos. É quem cuida da operação global.
Acompanha múltiplos territórios atribuídos. Vê indicadores comparativos e atua como ponte entre programa e territórios.
Coordena o programa em seu território. Acompanha as escolas locais, mobiliza professores e gestores escolares.
Cuida do programa dentro de sua escola. Acompanha o engajamento dos professores e organiza a participação dos alunos.
Registra atividades realizadas com os alunos, consulta recursos pedagógicos e acompanha o próprio histórico de participação.
Esse mapeamento de perfis molda toda a experiência. O menu lateral muda conforme o perfil logado. Os filtros do Observatório se adaptam ao escopo do usuário. Conteúdos podem ser configurados para serem exclusivos de determinados perfis, escolas ou territórios. A plataforma "sabe" quem você é e mostra o que faz sentido para você.
A parte aberta da plataforma apresenta o programa, mostra os territórios envolvidos e exibe as atividades realizadas pelas escolas. É a vitrine do programa para o público geral, parceiros e potenciais novos territórios.
O ponto de entrada do site. Apresenta o programa em camadas — de cima para baixo, o visitante conhece a proposta, vê os destaques do programa, aprende sobre o diagnóstico ambiental, lê sobre a metodologia, acompanha os números atuais e descobre quais territórios já participam. Termina com um formulário de contato aberto para quem quer participar ou conhecer mais.
Página com todos os territórios atualmente no programa. Cada card mostra a capa do território, seu logo, nome, breve descrição e a quantidade de escolas vinculadas. O visitante pode buscar por nome ou navegar visualmente, e clicar em qualquer território para conhecer mais a fundo.
A página mais rica do site público. Reúne tudo o que acontece em um território específico: identidade visual própria, mapa interativo, atividades das escolas, filtros, recursos de apoio e canais de contato. É o coração da vitrine pública do programa no território.
Identidade visual personalizada por território — logo do município, logos dos parceiros locais, banner editável pela equipe gestora. Cada território tem cara própria, sem fugir do padrão visual do programa.
Mapa do território com marcadores das escolas participantes e dos corpos d'água mapeados. O visitante pode dar zoom, mover, explorar — e clicar em cada marcador para ver informações resumidas. É uma forma intuitiva de mostrar o alcance geográfico do programa naquele território.
Grade de cards mostrando todas as atividades publicadas pelas escolas do território. Cada card traz fotos, título, escola responsável, corpo d'água envolvido e data. Clicar em uma atividade abre um painel detalhado com fotos em galeria, descrição completa e informações pedagógicas.
O visitante pode filtrar as atividades exibidas por escola, corpo d'água e outros critérios. Os filtros atualizam a página instantaneamente, sem recarregamento.
Seção dedicada com contatos e recursos de apoio do território — secretarias, órgãos ambientais, pontos de referência local. Cada território configura sua própria lista.
Quem visita a página de um território pode entrar em contato diretamente com a coordenação local — útil para quem quer participar do programa naquela região.
Seções configuráveis pelo administrador para destacar campanhas pontuais (mobilizações, eventos específicos) ou pesquisas (formulários para coleta de opinião e dados). Aparecem apenas quando o administrador as configura — podem existir de forma geral (para todo o programa) ou específicas de um território.
Para cada campanha ou pesquisa, o administrador define título, descrição, imagem de capa, conteúdo principal e links de ação — tudo via interface simples, sem conhecimento técnico. O recurso aparece em dois contextos diferentes, com tratamentos próprios para cada audiência:
1. No site público: misturado a outros destaques (novos materiais, escolas em destaque, novidades) em uma grade de cards curada pela equipe, na vitrine aberta a qualquer visitante.
2. No portal logado: de forma mais imersiva no início do portal, com banner grande, copy direcionado e CTA forte — focando no que está ativo agora para quem já é parte do programa.
Página dedicada à cobertura jornalística do programa — notícias, matérias e reportagens que mencionam o Esse Rio É Meu. Cada clipping pode ser cadastrado pela equipe com título, fonte, data e link para a publicação original.
Acessível por login, é onde administradores, gestores e professores trabalham. Cada perfil entra em um portal adaptado para sua função, com as ferramentas certas à mão.
A primeira tela que o usuário logado vê. Foi desenhada para reduzir o atrito de uso da plataforma: em vez de chegar em um menu confuso, o professor encontra atalhos diretos para as ações principais e blocos visuais convidando à participação.
O usuário é recebido por nome, com os badges do seu território e escola bem visíveis — reforçando o senso de pertencimento ao programa.
Quatro cards grandes destacam o que o professor mais precisa fazer: registrar uma nova atividade, ver atividades do território, conhecer a estrutura do programa e explorar ideias e recursos. Tudo a um clique da entrada na plataforma.
Logo abaixo dos atalhos, os blocos visuais grandes de campanhas e pesquisas ativas (configuráveis pelo administrador) chamam atenção para o que está acontecendo agora no programa — sem precisar caçar dentro de menus.
A experiência de login foi desenhada com cuidado — não é só uma tela de e-mail e senha, mas o primeiro contato que cada novo professor tem com a plataforma. Inclui ativação de conta por convite (com link enviado por e-mail), recuperação de senha e reenvio de convite para casos em que o link original expirou.
Um diferencial importante: a Planetapontocom pode cadastrar domínios de e-mail que ficam automaticamente associados a um território (e perfil padrão). Por exemplo: ao cadastrar o domínio @rioeduca.net como "Professor do Rio de Janeiro", qualquer professor da rede do Rio que acessar o site e optar por "Ativar conta" tem seu cadastro liberado automaticamente, sem precisar receber convite individual.
Isso elimina a necessidade de levantar uma lista de centenas (ou milhares) de e-mails individualmente. O professor entra no fluxo de ativação, informa seus dados básicos (incluindo a escola a que pertence, já que não foi pré-cadastrado) e passa a usar a plataforma. Reduz drasticamente a barreira de adoção em territórios com muitos professores.
O painel onde o programa se mede. Reúne indicadores de adoção, engajamento, produção e uso da plataforma — organizados em quatro blocos: números principais do programa, atividades e produção, comparativos entre territórios e uso dos recursos pedagógicos.
Números grandes e diretos — total de escolas ativas, usuários por perfil, alunos engajados, atividades publicadas, recursos acessados. Cada número indica se é um valor "atual" (estado) ou "no período selecionado" (fluxo), evitando confusão de leitura.
Lista das atividades mais recentes e ranking dos usuários mais ativos no período. Cada item é clicável e leva direto ao detalhe da atividade ou do usuário.
Comparativo entre territórios — onde o programa está bombando, onde precisa de atenção. E ranking de escolas mais engajadas, com indicadores de professores, atividades publicadas e alunos engajados.
Os recursos pedagógicos mais visualizados, mais baixados e mais compartilhados. Permite que a equipe da Planetapontocom saiba o que está sendo consumido e tome decisões sobre o acervo.
Cada perfil de usuário vê o Observatório no escopo certo: o administrador vê tudo, o gestor regional vê apenas os territórios atribuídos, o gestor municipal vê o próprio território, o gestor escolar vê apenas sua escola. O range de datas e o seletor de território afinam a visão.
O acervo de materiais do programa — cartilhas, vídeos, ebooks, planos de aula, jogos, formações. Organizado em uma estrutura clara que facilita encontrar o que se precisa.
Os recursos são organizados em Categorias (grandes áreas temáticas), que contêm Coleções (agrupamentos por tópico), que contêm Subcoleções (subdivisões específicas), que finalmente contêm os Recursos em si. Essa hierarquia clara facilita tanto a navegação do usuário quanto a organização do conteúdo pela Planetapontocom.
Um recurso pode ser um arquivo para download (PDF, imagem, planilha), um vídeo embarcado, um conteúdo de texto rico, um material externo via link ou um embed de outra plataforma. Cada formato tem comportamento próprio na página do recurso.
Para recursos do tipo arquivo, o administrador escolhe se a opção de download fica disponível ou não. Isso permite, por exemplo, exibir um documento sem permitir que ele seja baixado e redistribuído — útil para materiais com direitos autorais ou que precisam ser consumidos no contexto da plataforma.
Cada recurso pode opcionalmente ter um botão personalizado configurado pelo administrador, com texto e link customizáveis. Isso permite que o recurso vire um ponto de entrada para outras ações: inscrição em uma live, redirecionamento para uma plataforma parceira, formulário externo de inscrição, ou qualquer outro fluxo que fizer sentido no contexto.
Filtros nas páginas de Categoria e Subcoleção, permitindo refinar por tipo de material (cartilha, vídeo, jogo etc.), formação associada, etapa do programa, segmento escolar e ano escolar. Combinado com a busca textual.
Cada recurso pode ser compartilhado por link direto, facilitando a divulgação de materiais específicos entre colegas, em redes sociais ou via mensagem. Importante: o login é sempre exigido para acessar o recurso, mesmo via link compartilhado — e as regras de visibilidade configuradas pelo administrador continuam valendo. Se o recurso é restrito a um território, escola ou perfil específico, só quem se enquadra nesses critérios consegue de fato vê-lo, ainda que receba o link de alguém com acesso.
💡 Para ilustrar a hierarquia Categoria → Subcoleção → Recurso, as três telas a seguir mostram um mesmo recurso ("Mapa da bacia hidrográfica do município") chegando pelo caminho natural: Estrutura do Programa → Etapa 1 → o recurso em si. As imagens estão do ponto de vista do professor.
Um dos diferenciais da nova plataforma. Conteúdos podem ser configurados para ficarem visíveis apenas para determinados perfis, escolas ou territórios — sem que o usuário sinta que algo está "bloqueado". Para ele, simplesmente o conteúdo não está ali.
Ao cadastrar uma Coleção, Subcoleção ou Recurso, o administrador pode opcionalmente configurar restrições — por território, por escola, por perfil. Se um Recurso é restrito ao perfil "Professor" e ao território "Rio de Janeiro", apenas professores cadastrados em escolas do Rio de Janeiro o verão.
Quando um usuário não tem acesso a um conteúdo, ele simplesmente não aparece para ele. Mais ainda: se uma Subcoleção ficar sem recursos visíveis, ela some. Se uma Coleção fica sem Subcoleções visíveis, ela também some. O usuário sempre vê uma plataforma "limpa", sem ruídos do que ele não pode acessar.
Espaço dedicado às formações oferecidas pelo programa aos professores, e aos certificados emitidos pela Planetapontocom para os participantes dessas formações.
Cada formação cadastrada na plataforma pode ter recursos pedagógicos associados a ela (vídeos de aula, materiais complementares, lives gravadas, etc.). Na prática, isso significa que o professor consegue filtrar os recursos por formação — e ver, por exemplo, todo o material de uma formação específica em um só lugar. A formação funciona como um marcador que ajuda na organização e na descoberta dos conteúdos.
Os certificados em si são emitidos pela Planetapontocom por fora da plataforma (em sistemas e modelos próprios da organização). Na plataforma, o administrador faz o upload do arquivo PDF no perfil de cada participante. Uma vez disponibilizado, o certificado fica acessível para o professor baixar a qualquer momento na sua página de perfil.
O escopo desta primeira versão da plataforma é apenas disponibilizar os certificados já emitidos pela Planetapontocom. Mas a base foi construída de forma que, no futuro, várias funcionalidades possam ser adicionadas: agenda integrada de lives, emissão automatizada de certificados pela própria plataforma, upload em lote de certificados, envio automático por e-mail, integração com as formações para emissão condicional a presença, entre outras possibilidades. Tudo isso fica como visão de evolução — pronta para ser conversada e desenvolvida em conjunto se houver interesse.
💡 A imagem abaixo é da tela administrativa de detalhes de um professor — clique nela para abrir em tamanho real. Ao final da página, na seção "Certificados adicionados", é possível ver os certificados já enviados pela equipe e disponibilizados ao professor.
A área onde professores registram as atividades realizadas com os alunos. Cada atividade traz descrição, fotos, escola responsável, corpos d'água envolvidos, etapa do programa, ano letivo e mais.
Ao criar uma atividade, o sistema pré-preenche o que faz sentido: o nome do responsável (autor logado), os corpos d'água da escola, o contexto do território. O professor edita apenas o que precisa, economizando tempo. Esse pequeno detalhe torna o processo de registrar uma atividade muito mais simples e intuitivo, diminuindo uma barreira importante de uso da plataforma — quanto menos atrito, mais professores se engajam em registrar o que fazem.
Um drawer lateral abrigando vários filtros agrupados — território (corpo d'água, região municipal, escola, tipo de escola), contexto educacional (etapa do programa, ano letivo, etapa escolar, disciplina curricular) e dados da atividade (período, número de estudantes). Permite que a equipe e os professores encontrem rapidamente atividades por critério, em uma base que tende a crescer muito ao longo dos anos.
Qualquer usuário do portal pode favoritar uma atividade para consultá-la depois ou se inspirar. No momento, esse favorito é privado — apenas a própria pessoa vê quais atividades favoritou. Mas a estrutura foi construída de forma que, no futuro, a plataforma possa evoluir para usar esse dado de forma agregada (por exemplo: número de pessoas que favoritaram uma atividade, ranking de atividades mais inspiradoras, etc.). Essa evolução não foi incluída na versão atual porque envolve discussão sobre como tornar essa funcionalidade um motor de motivação, evitando que vire um ambiente competitivo ou tóxico — algo a ser pensado e desenhado com cuidado, e que estamos animados para discutir em conjunto.
Quando um professor envia fotos junto da atividade, o administrador do programa recebe uma notificação por e-mail e revisa cada imagem antes de definir onde ela aparece. Por padrão, as imagens enviadas ficam disponíveis apenas para quem tem acesso ao portal logado — ou seja, ficam visíveis para professores, gestores e administradores envolvidos com o programa, mas não para o público externo da internet. O administrador então pode optar, imagem por imagem, por aprovar a sua exibição também na página pública do território.
Esse fluxo introduz um meio termo importante: anteriormente, no projeto de Itabira tudo era 100% público (qualquer pessoa via tudo), enquanto no projeto do Rio tudo era 100% privado (só visível para logados). Agora há controle fino: o administrador decide caso a caso o que vai para o público e o que fica restrito ao portal logado — protegendo a privacidade dos alunos sem isolar completamente a comunidade do programa.
Administradores podem desativar uma atividade — ela sai de toda a plataforma para os demais usuários e permanece visível apenas para o próprio administrador, que pode reativá-la a qualquer momento. Útil para casos em que uma atividade precisa ser temporariamente retirada de circulação sem ser excluída do histórico.
Cada entidade do programa tem uma tela de gestão dedicada — territórios, escolas, usuários, recursos pedagógicos, corpos d'água, parceiros, regiões municipais, clippings, campanhas e pesquisas. Todas seguem o mesmo padrão de design e operação, permitindo que a equipe da Planetapontocom opere com autonomia, sem depender de desenvolvedores para o dia a dia.
Todas as gestões usam o mesmo padrão visual e funcional — busca textual no topo, filtros agrupados em drawer lateral, tabela com ordenação por coluna, paginação, ações por linha (editar, ocultar, excluir) e métricas integradas diretamente nas colunas. Quem aprende a usar uma, aprende a usar todas. Esse é um dos princípios centrais do design: minimizar curva de aprendizado e maximizar autonomia operacional.
Cada listagem mostra os números relevantes daquela entidade diretamente nas colunas: número de escolas e atividades por território, atividades publicadas e certificados por usuário, alunos engajados por escola, downloads e visualizações por recurso. A equipe vê o pulso do programa sem precisar ir ao Observatório a cada consulta.
Cadastro completo de cada município participante: identidade visual (logo, banner, cores), lista de parceiros locais, configuração de "A quem recorrer" com canais oficiais de cada cidade, definição de quais corpos d'água estão sob escopo no território e associação de gestores municipais e regionais responsáveis.
Adicionar um novo município é uma operação que a Planetapontocom faz sozinha em poucos minutos: preencher informações básicas, fazer upload do logo, associar os corpos d'água e publicar. Nada de subdomínio novo, duplicação de páginas ou ajuste de código — a arquitetura multiterritorial cuida disso automaticamente.
Ao criar um novo município, a equipe da Planetapontocom passa por um formulário de cadastro completo — dados básicos (nome, contato, código IBGE, parceiros) e configurações da página pública (título, descrição, logo do brasão, imagem ilustrativa). Não é preciso ter conhecimento técnico nem chamar desenvolvedor: a partir do momento em que o município é cadastrado, ele já fica acessível no portal e pode receber escolas, professores e atividades.
Cadastro, edição e desativação de qualquer usuário da plataforma, com filtros por perfil, território, escola e status. Convite individual por e-mail e cadastro em lote via importação de planilha CSV (com envio automático dos e-mails de convite) para casos de onboarding de centenas de professores ao mesmo tempo.
Ações administrativas comuns como reenviar convite (caso o link tenha expirado), trocar perfil de usuário, mover usuário entre escolas ou territórios e revogar acesso ficam todas a um clique — sem precisar abrir ticket técnico.
Cadastro de escolas com nome, endereço, segmento (educação infantil, fundamental I, fundamental II, EJA), localização no mapa e território associado. Cada escola pode ter múltiplos gestores escolares e professores vinculados, e a métrica de engajamento aparece direto na listagem (atividades publicadas, alunos engajados, participação em campanhas).
Importação em lote de escolas por território também é suportada, agilizando a configuração inicial em redes grandes como a do Rio de Janeiro (com centenas de escolas) ou em territórios novos que estão chegando.
Tela onde a Planetapontocom organiza todo o acervo de materiais pedagógicos em categorias, coleções e subcoleções personalizáveis (descritas em detalhe na seção anterior). Permite definir visibilidade (público vs logado), escopo territorial (geral vs específico de um município) e tipo de mídia (PDF, vídeo, link, jogo embedado, texto rico).
Telas dedicadas para cadastro de rios, lagos e bacias hidrográficas (com importação via arquivo KML para popular o mapa rapidamente), gestão de parceiros do programa em cada território (com logos e links) e configuração de regiões municipais (CREs, SREs ou equivalentes locais) usadas para organização interna das escolas.
Os clippings da página "Na Mídia" são cadastrados pela equipe com título, veículo, data, capa e link para a matéria original. As campanhas e pesquisas são configuráveis com título, descrição, imagem de capa, conteúdo principal e CTA — e podem ser marcadas como gerais (todo o programa) ou específicas de um território.
Tela para gerenciar configurações globais do programa: domínios de e-mail pré-aprovados por território (com perfil padrão), informações institucionais usadas em rodapés e e-mails, identidade visual padrão e parâmetros operacionais do programa.
Toda a plataforma se adapta automaticamente para smartphones e tablets. Não é uma versão "reduzida" — é a mesma plataforma, com layout que se reorganiza para a tela do dispositivo.
Visitantes podem explorar a home, conhecer os territórios e ver as atividades das escolas direto do celular. Menu em formato hambúrguer, cards otimizados, mapa funcional.
Professores podem registrar atividades, consultar recursos e acessar formações pelo celular. Listagens viram cards verticais, drawers ocupam a tela inteira, formulários ficam em coluna única.
O professor pode usar a câmera do celular para registrar a atividade no momento — algumas fotos, descrição rápida, salvar. O fluxo foi pensado para uso em campo.
Para ilustrar a experiência de ponta a ponta, alguns dos principais fluxos da plataforma, do ponto de vista de cada perfil envolvido.
A plataforma está concluída em escopo e atualmente passa por uma fase de testes e ajustes finos antes da migração oficial. Algumas configurações dependem dessa migração para serem ativadas.
Toda a arquitetura, telas e funcionalidades planejadas foram entregues — site público, portal logado, Observatório, Recursos Pedagógicos, gestão administrativa, formação e certificados, fluxos de aprovação, sistema de perfis e visibilidade automática.
Validação completa de todos os fluxos pela equipe da Planetapontocom. Pequenos ajustes pontuais de interface, melhorias de copy, refinamentos baseados nos testes reais.
Apontamento de domínio, ativação em produção e configuração das ferramentas que dependem do site estar oficialmente publicado — como o Google Analytics. A partir desse momento, a Planetapontocom passa a operar 100% na nova plataforma.
Ajuste planejado para depois da migração, conforme alinhado com a Planetapontocom. Por afetar muitos pontos da interface, foi priorizado para acontecer com a plataforma já estável em produção.
A nova plataforma foi projetada como uma base sólida para crescer. Ao longo do desenvolvimento, mapeamos várias possibilidades de evolução que ficaram fora do escopo desta primeira entrega, mas que estão prontas para serem construídas em novos ciclos do projeto. Algumas ideias que esperamos discutir e desenvolver em conjunto com a Planetapontocom:
Estamos à disposição para conversar sobre próximos projetos em conjunto e evoluir a plataforma com novas ideias da Planetapontocom e dos parceiros.
A Ikigai é uma empresa de tecnologia que une UX, engenharia e automação para criar plataformas modernas, escaláveis e fáceis de manter. Nossa especialidade é entregar software de alta qualidade rapidamente, com autonomia para o cliente e custo de manutenção reduzido.
Nascemos da experiência de criar produtos educacionais — fundamos juntos uma EdTech onde desenvolvemos sala de aula virtual, aplicativos e toda a infraestrutura digital para escolas e estudantes. Hoje aplicamos essa expertise em projetos como o Esse Rio É Meu, onde tecnologia, educação e impacto social se encontram.
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